Mostrando postagens com marcador Juventude. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Juventude. Mostrar todas as postagens

1 de maio de 2016

Resumo das finais dos estaduais pelo Brasil 01/05

Santos falha no ataque, se salva no fim e arranca empate contra Audax

O Santos abusou dos erros no primeiro jogo da final do Campeonato Paulista, disptuado neste domingo, no Estádio Prof. José Liberatti, em Osasco. Diante da sensação do estadual, o Audax, o time do litoral criou as melhores oportunidades. Acertou a bola duas vezes, "carimbou" o goleiro Sidão e ainda saiu em desvantagem graças a um belo gol de Mike. No entanto, o santista Ronaldo Mendes com uma falha de Tchê Tchê já no fim da partida e arrancou o empate por 1 a 1.

Agora, o Santos depende apenas de uma vitória simples para conquistar mais uma vez o Paulistão. No próximo domingo, os santistas recebem o Audax na Vila Belmiro. O clube de Osasco também precisará vencer para ficar com o título. Qualquer empate leva a disputa para os pênaltis.

O primeiro tempo teve um Audax com a iniciativa de jogo, mas sem furar a defesa santista em nenhum momento. As chances para a sensação do Paulista demoraram a aparecer, mesmo com o já conhecido toque de bola envolvente da equipe da Grande São Paulo. Já o Santos esperou pelo contra-ataque e apostou na velocidade do ataque para surpreender os donos da casa. Antes mesmo da final, os santistas já admitiam que a rapidez ofensiva com Gabriel, Lucas Lima e Ricardo Oliveira seria essencial.
A iniciativa quase deu certo em diversos momentos. Gabriel teve uma chance, Ricardo Oliveira acertou a trave duas vezes, Vitor Bueno desperdiçou a melhor oportunidade, ao demorar a finalizar mesmo livre na área.

O Santos foi penalizado pela falta de eficiência no ataque logo no início do segundo tempo. O Audax voltou melhor e aumentou o ritmo dos toques de bola no ataque, sendo mais incisivo. O resultado veio aos 12 minutos. Mike recebeu de Tchê Tchê dentro da área, cortou a marcação e bateu firme, sem chances para Vanderlei.Apesar das falhas no ataque e de não jogar tão bem na etapa final, os santistas conseguiram o empate graças a um erro dos donos da casa. Tchê Tchê errou o passe no meio de campo. Ronaldo Mendes aproveitou e bateu para deixar tudo igual.

Nada de chutão. Já foi explicado que não é proibido, mas o Audax evita se livrar da bola até quando precisa desesperadamente. Logo no início do jogo, o time de Osasco foi pressionado duramente e tocou a bola de um lado para outro. A iniciativa irritou o técnico Fernando Diniz, que quase foi à loucura. O mesmo acontece no ataque. O negócio é trabalhar a bola. Ninguém chuta de fora da área logo na primeira chance. A situação fez até mesmo a torcida se irritar em alguns momentos e pedir para a equipe finalizar o quanto antes.

Um princípio de confusão marcou o intervalo do jogo O vice-presidente do clube, Helder Carvalho, discutiu com o ex-jogador Marcelo Silva, que defendeu o clube santista nos anos 90, por lugares no camarote em Osasco.Tudo começou quando o ex-jogador voltou do banheiro e entrou no camarote. Helder Carvalho acusou Marcelo de trazer pessoas de fora para o lugar reservado. Ao ser questionado, o vice do Audax se exaltou e começou a gritar pedindo a saída do ex-atleta, que tinha deixou o assento para não brigar com o dirigente.




A marca do 11: Jorge Henrique sobe mais que Jefferson e coloca Vasco na frente na final

Vinte centímetros menor que o goleiro alvinegro, baixinho é mais rápido, lembra Romário e deixa o time de São Januário perto do bi. Time de Ricardo Gomes estava melhor até o gol no 2º tempo

A reedição em preto e branco da final de 2015 este ano não teve muitas emoções no primeiro tempo em que o Botafogo foi superior. Com domínio do meio de campo e marcação forte, o time dirigido por Ricardo Gomes, se não teve uma grande chance, foi quem mais chegou na área adversária. Martín Silva saiu duas vezes nos pés dos atacantes alvinegros - uma vez com Ribamar, outra em Salgueiro.

Mal na partida, Nenê teve a melhor chance do time de Jorginho nos pés logo no início do segundo tempo, mas a zaga do Botafogo desviou para escanteio. A resposta veio com Ribamar, que chutou cruzado para fora, com perigo. O camisa 10 vascaíno mostrou porque faz a diferença no time de Jorginho. Fintou para os dois lados e cruzou para Jorge Henrique, de 1,69m, vencer Jefferson, de 1,89m. Sassá, que entrou na segunda etapa, exagerou na vontade e foi expulso após entrar na canela de Jorge Henrique.
Mesmo com um a menos, o Botafogo teve chance de empatar, com Ribamar, mas Martín Silva foi perfeito. O time de Jorginho ainda ameaçaria mais duas vezes, com Jefferson, agora sim, mostrando o grande goleiro que é.

Com 11 às costas, sumido do jogo, mas decisivo na hora que mais precisa. Jorge Henrique está muito longe de Romário, mas pode contar que reviveu o Baixinho com a camisa cruzmaltina, a primeira que o ex-jogador vestiu no futebol profissional. Um desvio sutil do atacante colocou o Vasco à frente na decisão do Campeonato Carioca de 2016 nesse domingo, na volta ao Maracanã. O time de Jorginho defende o empate para ser bicampeão carioca - e para conquista invicto que não vem desde 1992. O Alvinegro, melhor no primeiro tempo, vai precisar reverter a vantagem. Se vencer por um gol de diferença, pênaltis. Por dois, o Alvinegro é campeão.



Reserva faz dois, Robinho perde pênalti no fim e América-MG vence Atlético-MG


O América saiu na frente do Atlético na decisão do Campeonato Mineiro. Neste domingo, os comandados de Givanildo Oliveira venceram o rival por 2 a 1 no estádio Independência. Danilo fez os dois gols dos mandantes. Pratto descontou no fim. Robinho ainda perdeu um pênalti. O herói do jogo começou a partida no banco de reservas e entrou ainda no começo da partida, no lugar de Tiago Luís, que estava passando mal. O jogo de volta será realizado no próximo domingo, dia 8 de maio, às 16h (horário de Brasília), no Mineirão. O América-MG pode empatar para ser campeão estadual pela primeira vez desde 2001. Já o Atlético precisa vencer o rival por um gol de diferença para levantar a taça - benefício por ter terminado a primeira fase do estadual mais bem posicionado na tabela que o rival.

A primeira cena do jogo foi preocupante. Com apenas 16 minutos, o atacante Tiago Luís começou a passar mal em campo e foi retirado de maca. O jogador foi imediatamente levado para uma ambulância. Ele iria para o hospital passar por exames. Na última quinta-feira, o atleta sofreu uma concussão durante a vitória do América sobre o Red Bull pela Copa do Brasil. Seu substituto no jogo foi Danilo, lateral-esquerdo de origem, mas que entrou para jogar mais avançado.

Aos 33 minutos, Rafael bastos desviou a bola após cruzamento e a bola sobrou para Danilo. Ele puxou para o meio e chutou forte para superar Victor e fazer 1 a 0.

E a tarde do lateral improvisado como meia ficou ainda melhor no segundo tempo. Com cinco minutos de bola rolando, ele recebeu na esquerda, dominou e chutou cruzado. A bola desviou de leve em Marcos Rocha e Victor não conseguiu defender: 2 a 0 para o América.

Danilo passou as temporadas 2014 e 2015 emprestado ao Sport, onde foi reserva do lateral Renê. Ele, no entanto, chegou a ser utilizado várias vezes com meia/ponta no clube pernambucano. Na atual temporada, contado a partida deste domingo, ele atuou oito vezes no estadual, sendo quatro como titular.

A melhor chance na segunda etapa veio aos 27 minuytos, quando Robinho e cruzou e Hyuri cabeceou. O goleiro João Ricardo se esticou todo e fez uma belíssima defesa para evitar o gol do Galo. O mesmo Hyuri ainda chegou atrasado para definir uma bola escorada por Pratto depois, aos 36 minutos. No fim, o Atlético-MG não conseguiu converter um pênalti. Robinho cobrou e o goleiro João Ricardo pegou.  No entanto, ainda teve tempo para Lucas Pratto descontar no último lance.


Inter vence Juventude fora de casa e fica a um empate do hexa


O Internacional está mais perto de ficar com o título do Campeonato Gaúcho. Neste domingo, o time colorado venceu o Juventude por 1 a 0 (gol de Andrigo), fora de casa, no estádio Alfredo Jaconi e só precisa de um empate para levantar a taça do estadual.

Se realmente se sagrar campeão, este será o sexto título consecutivo da equipe no Gauchão. Desde 2011, só o Inter ergueu a taça no Rio Grande do Sul. Os visitantes abriram o placar aos 22 minutos do primeiro tempo. Vitinho fez belo lançamento para Andrigo, que dominou e bateu no ângulo do goleiro Elias. Belo gol.

Mesmo dentro de casa, o Juventude não conseguiu repetir os bons desempenhos que apresentou ao longo da competição. Na semifinal, inclusive, a equipe fez 2 a 0 no Grêmio, resultado que foi decisivo para assegurar a vaga na final na partida de volta.

Já neste domingo, o time de Caxias do Sul se lançou mais ao ataque no segundo tempo, principalmente depois que Vitinho recebeu o segundo cartão amarelo, consequentemente o vermelho, e deixou o Inter com um a menos aos 23 minutos. Porém, mesmo pressionando os visitantes, o Juventude não conseguiu o gol de empate.

A melhor chance veio aos 47, quando Hugo bateu falta de frente para o gol, mas a bola desviou na barreira e saiu.

Com a vitória, o Inter joga por um empate para ser hexacampeão estadual. Se o Juventude vencer por 1 a 0, a decisão vai para os pênaltis. O duelo no Beira-Rio acontece no próximo domingo.


Vitória derrota o Bahia e fica mais perto de conquistar o Campeonato Baiano


O Vitória está mais próximo de conquistar o Campeonato Baiano em 2016. Jogando a primeira partida da decisão do Estadual no Barradão, o Rubro-Negro aproveitou o mando de campo e fez 2 a 0 sobre o Bahia.

A partida começou parada no Barradão e as equipes não conseguiam criar chances de gols. A primeira oportunidade veio somente aos 23 minutos, quando o Vitória já abriu o placar. Vander disputou a bola com Tinga, que caiu no gramado e Daronco marcou o pênalti. Na cobrança, Diego Renan deslocou Marcelo Lomba e bateu no canto, inaugurando o placar na decisão. Se os times não conseguiam criar oportunidades, ao menos o aproveitamento dos lances era excelente. Aos 42 minutos, em sua segunda oportunidade, o Vitória ampliou o placar. Vander deu passe para Amaral, que emendou um chute de primeira de fora da área. A bola foi no ângulo e o volante marcou um golaço para o Rubro-Negro ampliar a vantagem.

Em larga desvantagem no placar, o Bahia começou a pressionar para diminuir o prejuízo. Entre os 43 e os 45 minutos, o Bahia teve três oportunidades. Primeiro, Edigar Junio invadiu a área e chutou no cantinho, mas Caíque se esticou todo e faz a defesa. Em seguida, o goleiro defendeu chute de Thiago Ribeiro, de fora da área. Por fim, Juninho cobrou escanteio e Danilo Pirez cabeceou para o chão. A bola quicou no ramado e foi por cima do gol.

O segundo tempo começou mais quente e o Vitória teve a chance de encaminhar ainda mais o título logo aos seis minutos. Moisés errou passe e proporcionou contra-ataque para o Vitória. Marinho avançou pela esquerda, driblou Éder e chutou em cima de Marcelo Lomba, que mandou para escanteio. Aos 14, nova oportunidade para o Rubro-Negro. Marinho disparou pela direita e cruzou. A bola passou por toda a área do Bahia e sobrou para Vander, que fez o corte na defesa e finalizou para mais uma defesa de Lomba. Com 19 jogados, o Bahia finalmente teve uma chance de diminuir a diferença na segunda etapa. Danilo Pires chegou com liberdade na linha de fundo, cruzou na segunda trave e Feijão escorou para Hernane. O atacante estava de costas para o gol e tentou completar o lance, mas acabou isolando.

No fim, aos 45 minutos, José Welison fez linda jogada pela direita e cruzou na medida para Kieza, que acertou um belo voleio. Marcelo Lomba, mais uma vez, impediu o terceiro gol


Atlético-PR faz três no Coritiba e sai na frente na decisão do Paranaense


O Atlético Paranaense fez valer o fator casa na Arena da Baixada e bateu o rival Coritiba por 3 a 0, na primeira partida das finais do Campeonato Paranaense 2016. O resultado é um grande passo para o Rubro-Negro acabar com o jejum de títulos, já que não levanta uma taça desde o Estadual de 2009.

O técnico Paulo Autuori surpreendeu ao promover algumas alterações não esperadas, como a entrada de Ewandro no lugar de Marcos Guilherme e Hernani na vaga de Jadson, ambos por opção técnica.

Com a bola rolando, o clima era tenso em campo, com algumas disputas mais viris. Faísca entre Negueba e Hernani, que levou a pior com um corte na cabeça. Na sequência, Léo e Kléber também 'trocaram gentilezas'. Futebol mesmo somente aos seis minutos, em chute de primeira de Walter que exigiu grande defesa de Elisson. O Atlético-PR tinha maior posse e tentava pressionar, enquanto o Coritiba se postava na defesa. Aos 14 minutos, após troca de passes, Pablo arriscou o chute de longe, por cima da meta. Aos 19 minutos, Léo cruzou, Walter se desequilibrou e a bola sobrou para Ewandro, que arrematou com perigo. Em uma rara chegada alviverde, aso 23 minutos, Kléber ensaiou um chute e foi travado por Paulo André.

O torcedor, que não lotou a Arena, tentava empurrar, mas o ritmo da partida caiu bastante. Para tentar quebrar um pouco a monotonia, Walter soltou uma bomba, aos 32 minutos, para grande defesa de Elisson. O Atlético-PR tentava ir para o intervalo com vantagem e voltou a acelerar. Aos 42 minutos, Sidcley partiu para a jogada individual e cruzou para Ewandro chegar chutando forte, por cima do gol.

Para a segunda etapa, as equipes retornaram sem modificações. Aos cinco minutos, Reginaldo chutou de longe e mandou por cima da meta. Até que, aos sete minutos, Nikão cobrou falta para Léo, que cruzou na medida para Tiago Heleno testar para o fundo da rede e abrir o placar. O time da casa seguia mais ousado e, aos 10 minutos, foi a vez de Hernani bater de longe e isolar. Após lançamento para Ewandro, aos 19 minutos, o atacante aproveitou cochilo da defesa para aparecer na frente do goleiro e tocar no canto para marcar o segundo.

O Alviverde tentou responder, um minuto depois, com Negueba, que chutou para boa intervenção de Weverton. Mas, aos 23 minutos, Hernani cobrou falta com perfeição para fazer o terceiro. Hernani recebeu o segundo cartão amarelo, aos 30 minutos, deixando o Rubro-Negro com um a menos em campo. Aos 33 minutos, Ruy partiu em velocidade, mas se precipitou e chutou de longe, sem perigo.

Aos 41 minutos, Ruy cobrou fala e Pablo subiu no segundo andar para afastar o perigo da área atleticana. O Atlético soube administrar o resultado e saiu de campo com grande vantagem para o segundo jogo.


5 de maio de 2013

É campeão! Inter sofre, passa do Juventude nos pênaltis e fica com título



Muriel pegou o último pênalti, de Moisés, e confirmou o tricampeonato gaúcho de forma antecipada


Foi sofrido. Foi nos pênaltis. Mas o Internacional conseguiu sagrar-se campeão de forma antecipada do Campeonato Gaúcho, ao vencer nas penalidades máximas o Juventude, por 5 a 4, no Estádio Centenário, na final da Taça Farroupilha, após um 0 a 0 no tempo normal. O time de Caxias do Sul reclamou muito de um gol mal anulado por Márcio Chagas da Silva. Moisés bateu o pênalti decisivo e parou em Muriel.

D’Alessandro abriu as cobranças errando. Zulu deu a vantagem para o Juventude. Juan fez o seu e empatou. Robinho converteu o seu e deu novamente vantagem para o Ju. Forlán bateu o terceiro com categoria habitual e fez. Rogerinho, porém, perdeu o pênalti. O lateral Fabrício converteu e colocou a pressão no lado rival.

O zagueiro Diogo bateu e deixou sua marca. A decisão ficou para as últimas cobranças: Caio bateu, a bola bateu na trave e entrou. O lateral Moisés ficou com a responsabilidade com seus pés e parou em Muriel.

JUVENTUDE MANDA NO JOGO 

Um enfrentamento digno de final. Duas equipes com tamanhos de investimento bem diferentes, com títulos diferentes, mas que em campo foram iguais. O Juventude não demonstrou temor com as estrelas coloradas. Mostrou respeito, isso sim, ao marcar muito forte, com todos os jogadores atrás da linha da bola. Tanto que Bergson acumulou quatro desarmes no campo de ataque e Gustavo outros três.

Esse dado deixa claro que o Internacional não conseguiu jogar. O meio-campo esteve engessado pela marcação imposta pelos comandados por Lisca. D’Alessandro tentou movimentar-se e criar espaços, mas ficava sem opções de passes. O Colorado não conseguiu penetrar na área de Fernando e chegou apenas com cruzamentos, sem levar perigo.

O Juventude, por outro lado, foi muito mais incisivo. Bergson testou Muriel em chute de longe. Mas a jogada principal – e polêmica – foi com Diogo Oliveira: Robinho cruzou no meio da área e o meia completou para as redes aos 12 minutos. Só que Márcio Chagas da Silva deu falta do camisa 10 alviverde em Willians. Reclamação intensa e justificada – o meia mal encostou nas costas do volante.

Com a marcação, os choques se tornaram habituais. O clima esquentou por alguns instantes, mas nada muito inesperado em um jogo que valia título. Mais próximo do final do primeiro tempo, o Inter melhorou. Mas o Juventude comandou os primeiros 45 minutos em sua cidade.

INTER MELHORA, MAS ZULU QUASE FAZ 

O time de Dunga voltou valorizando a posse de bola e, pareceu, melhor do que o primeiro tempo. Um chute de Fred, de longa distância, fez Fernando trabalhar. Mas o Juventude deu o troco em uma moeda muito maior: Zulu completou passe de Rafael Pereira e bateu firme de dentro da área. Muriel caiu e espalmou aos 3 minutos o que tinha tudo para ser o gol do Ju.

Apesar do susto, o Colorado retomou melhor no segundo tempo. A capacidade de marcação do Juventude não se manteve a mesma, talvez por conta da parte física, talvez porque Dunga tenha percebido os caminhos. Mas, mesmo sem sofrer mais tantos riscos, o Inter não conseguiu criar chances. O time continuou sem criação. Fred fez uma partida abaixo do normal, errando passes, e não assistiu D’Alessandro.

Leandro Damião sentiu a coxa em uma dividida com a zaga rival e pediu para sair.
Caio foi o escolhido para entrar. Um minuto depois da troca, D’Alessandro arriscou de longe e ganhou escanteio. Na cobrança, aos 29 minutos, Fabrício desviou e Fernando fez grande defesa, ao estilo Gordon Banks na cabeçada de Pelé na Copa do Mundo de 1970. Um minuto depois, Fred recebeu, girou e bateu forte. Fernando, novamente, brilhou. O domínio colorado passou a ser exercido de forma constante, com o Juventude sem ter mais forças para atacar o Inter.

Só que com as mudanças de Lisca, que reforçou a marcação, o time alviverde retomou a força defensiva. Não assustava, mas também não passava apuros em sua área. Aos 45 minutos, Caio perdeu a bola do título dentro da pequena área, com cabeçada para a linha de fundo. Aos 48, nova cabeçada errada. Tudo ficou para as penalidades máximas.

FICHA TÉCNICA

INTERNACIONAL (5) 0 X 0 (4) JUVENTUDE

Local: Estádio Centenário, em Caxias do Sul (RS)

Data/Hora: Domingo, 5/5/2013 - 16h

Árbitro: Márcio Chagas da Silva

Auxiliares: Altemir Hausmann e Julio Cesar dos Santos

Cartões amarelos: Gabriel (INT) Robinho, Bergson, Jardel (JUV)

INTERNACIONAL: Muriel; Gabriel, Rodrigo Moledo, Juan e Fabrício; Airton, Willians, Fred e D'Alessandro; Forlán e Leandro Damião (Caio – 28’/2ºT) - Técnico: Dunga.

JUVENTUDE: Fernando; Moisés, Rafael Pereira, Diogo e Robinho; Fabrício, Jardel, Diogo Oliveira (Romano - 43'/2ºT) e Gustavo (Dê – 23’/2ºT); Bergson (Rogerinho – 32’/2ºT) e Zulu - Técnico: Lisca.

Inter decide returno com Juventude e pode antecipar a conquista do tri





Confronto decisivo ocorre a partir das 16h deste domingo, no Centenário


Uma final de turno com cara de decisão de campeonato. Assim será a partida entre Inter e Juventude neste domingo, às 16h (de Brasília), no Centenário. Com responsabilidade duplicada, o time de Dunga tenta repetir o feito já alcançado na Taça Piratini e antecipar a conquista do Gauchão. Por sua vez, os comandados de Lisca buscam a vitória para garantir mais duas finais em Caxias do Sul. Por tudo isso, a responsabilidade será duplicada.

Do lado do Inter, cautela. No discurso, consideração ao adversário local. Na prática, o respeito é tanto que a direção alterou a programação e trocou a concentração dos atletas de Caxias do Sul – terra do Alviverde – para Farroupilha. O objetivo claro era o de evitar o risco de "foguetório" em frente ao hotel.

Com quatro meses no colorado, Dunga tem a chance viva de alcançar o primeiro título como treinador de clubes. E a sorte corre ao lado do técnico e ex-jogador formado no Beira-Rio. Terá o elenco completo para a decisão, sendo que o eixo principal passa por D'Alessandro, cérebro do time, e chega na dupla Damião e Forlán, que protagonizam disputa pela artilharia da competição.

Em comum com Dunga, Lisca também carrega na veia a formação dentro do Inter – clube em que trabalhou nas categorias de base.  No estadual, já conseguiu um feito: eliminar o Grêmio nas quartas de final da Farroupilha. Falta, no entanto, a cereja do bolo: beliscar a taça do Gauchão.

Lisca não terá dois titulares à disposição: o meia Alan e o lateral Murilo. Por sua vez, chega embalado pela boa campanha. Até então, somente sofreu duas derrotas na competição. Uma delas contra o próprio Inter, na fase de grupos da
Farroupilha.

Trio de Arbitragem:

Márcio Chagas apitará final da Taça Farroupilha. Ele terá como auxiliares Altemir Haussmann e Júlio César Santos.

As escalações:
Inter: Muriel; Gabriel, Rodrigo Moledo, Juan e Fabrício; Airton, Willians, Fred,  D'Alessandro; Diego Forlán e Leandro Damião.

Juventude: Fernando; Moisés, Rafael Pereira, Diogo e Robinho; Fabrício, Jardel, Rogerinho e Diogo Oliveira; Bergson e Zulu.