O blog Fora de Campo FC foi criado com o intuito de informar e entreter todos os amantes do esporte mais popular do mundo. Aqui você sempre vai encontrar informações dos jogos, tabelas e tudo o que cerca esse mundo mágico chamado FUTEBOL!
Seja Bem Vindo!
Rodrigo empata em cobrança de falta no último lance do jogo e evita derrota após Maninho abrir o placar em lance estranho. 0 a 0 no Rio classifica o Cruz-Maltino
Rodrigo comemora seu gol
A ordem de Doriva era clara: deixar Bernardo bater a falta. Mas a desobediência do zagueiro Rodrigo garantiu o gol no último minuto do jogo e o empate na Arena Pantanal. Em um jogo de muitas chances perdidas, Cuiabá e Vasco ficaram no 1 a 1 na noite desta quarta-feira pela segunda fase da Copa do Brasil. Os donos da casa abriram o placar o Maninho, com direito a chute espírita e sem ângulo da linha de fundo. A igualdade no placar leva a decisão para o Rio de Janeiro. O Cruz-Maltino se classifica com um 0 a 0. Já os atuais campeões mato-grossenses e da Copa Verde precisam da vitória ou de qualquer empate por mais de dois gols.
As duas equipes voltam a se enfrentar na próxima quarta-feira, às 22h (de Brasília), em São Januário. Antes disso, o Cruz-Maltino encara o Figueirense no domingo, às 11h, em Florianópolis, pela Série A do Campeonato Brasileiro. Já o Cuiabá joga no mesmo dia contra o Vila Nova (GO), às 16h, em Goiânia, pela primeira rodada da Série C.
As várias chances perdidas foram a tônica da partida. Mesmo cansado pela conquista do estadual na última segunda-feira, o Cuiabá deu muito trabalho ao Vasco - principalmente no primeiro tempo. Com os cariocas pouco compactados em campo e jogando mal, os donos da casa conseguiram levar perigo ao gol de Martin Silva em boas jogadas de Raphael Luz. O time de Doriva só subiu de produção no segundo tempo. Mas parou no goleiro André Luis em pelo menos três grandes oportunidades. Na melhor delas, Gilberto quase marcou da marca do pênalti. O campeão mato-grossense abriu o placar com Maninho justamente quando o Cruz-Maltino era melhor. Nem mesmo o lateral acreditava que poderia marcar quando chutou. No fim, Rodrigo ignorou a ordem de seu treinador, soltou a bomba e garantiu o justo empate.
Veja abaixo os gols e os melhores momentos do empate entre Cuiabá x Vasco da Gama
Timão até que tenta pressionar o Guaraní, do Paraguai, mas perde força com as expulsões de Fábio Santos e Jadson no segundo tempo e toma gol nos acréscimos
Jogadores do Guaraní-Par comemoram o gol já nos acréscimos.
Além de perder a invencibilidade de 32 jogos em sua arena, o Corinthians foi eliminado nesta quarta-feira da Libertadores-2015. Foi derrotado por 1 a 0 pelo Guaraní, do Paraguai – tinha perdido por 2 a 0 em Assunção na semana passada –, e caiu nas oitavas de final da competição. Foi apenas a segunda derrota em seu estádio: a primeira tinha sido no primeiro jogo oficial, 1 a 0 para o Figueirense, em maio do ano passado, pelo Brasileiro.
O Corinthians teve a bola durante o tempo inteiro, mas errou todas as finalizações que tentou. O Guaraní manteve-se na defesa, mas sem afobação: não fez cera nem deu chutão. No segundo tempo, por causa de entradas bobas no meio de campo, Fábio Santos e Jadson foram expulsos, tornando a tarefa do time paraguaio ainda mais fácil. Fernández fez aos 46 do segundo tempo.
O adversário do Guaraní nas quartas da Libertadores sai nesta quinta-feira: após empate em 1 a 1 no Uruguai, o Wanderers enfrenta o Racing na Argentina. O Timão volta a campo no sábado, às 21h, pelo Brasileiro, quando enfrenta a Chapecoense em Araraquara
O jogo
Empurrado pela torcida que lotou a arena em Itaquera (39.806 pagantes, com renda de R$ 3.327.731,50), o Corinthians entrou pilhado no primeiro tempo. Tanto que, logo no primeiro minuto, Guerrero tomou um cartão amarelo por causa de uma entrada de sola. Nos 20 primeiros minutos, a pressão foi consistente, com seguidas chances de gol, mas Jadson, Elias e Malcom pecaram nas finalizações.
Depois disso, o Timão continuou jogando na metade de ataque do campo, só que num ritmo mais lento. Como o Guaraní continuava fechado na frente de sua área, os corintianos passaram a avançar pelas laterais, tentando cruzamentos em quase todas as jogadas. Perigo de novo só aos 36 minutos, quando Guerrero soltou uma bomba para Aguilar espalmar.
Tite voltou para o segundo tempo com duas mudanças ofensivas: Danilo no lugar de Felipe e Mendoza na vaga de Malcom. E o Timão partiu novamente para a pressão. Danilo jogava avançado, como parceiro de ataque de Guerrero. Mas essa formação durou pouco, pois Fábio Santos foi expulso logo aos sete minutos. O lateral-esquerdo corintiano levantou a perna em uma dividida com Santander, atingindo a barriga do atacante da equipe paraguaio, mas não em cheio. Vermelho polêmico...
A primeira chegada perigosa do Guaraní aconteceu somente aos 15 da etapa final, quando Santander cabeceou uma bola por cima do gol de Cássio. Aos 24, Jadson acertou um tapa no rosto de Benítez e também foi expulso. A partir daí, com dois jogadores a menos, o Corinthians não teve mais força para atacar, e o rival, classificado para as quartas da Libertadores, deu-se ao luxo de trocar passes no meio de campo. Nos acréscimos, Fernández fez o gol paraguaio.
Análise do Blogueiro:
O Corinthians começou pressionando, abafando o time paraguaio porém sem muito perigo. Era muita correria, muito cruzamento na área e pouca efetividade. E foi assim durante todo primeiro tempo. No segundo tempo, mudou algumas peças no meio e no ataque mas a produtividade continuou zero. Até que o Fábio Santos foi expulso e o time do Corinthians perdeu a cabeça. Logo depois Jadson deu um tapa no adversário e foi pro chuveiro também mais cedo. Com isso ficou aquele toque de bola pra lá e pra cá improdutivo. E em um contra-ataque o Guaraní foi lá e sacramentou a mais do que merecida classificação.
Valdívia e D'Alessandro brilham e abrem vantagem, mas Atlético-MG desconta e pressiona. Entretanto, "entrega" terceiro gol, e Colorado encara Santa Fé nas quartas
Valdivia comemora seu gol. O primeiro do Inter na vitória por 3x1
Deu para ti, Galo. Alto astral, Inter. Depois de cinco anos, quando conquistou a Libertadores de 2010, o Internacional volta a ser mais do que o eterno favorito, antes das competições. Numa noite eletrizante no Beira-Rio, o Colorado mostrou força e qualidade ao bater o Atlético-MG por 3 a 1 e vai fortalecido para enfrentar o Independiente Santa Fé, da Colômbia, que eliminou o Estudiantes, nas quartas de final da Taça Libertadores.
O trio Valdívia, D’Alessandro e Lisandro López fez a diferença, assim como no primeiro jogo, quando participaram dos dois gols do time no Independência, e marcou os gols da classificação colorada. O argentino Lucas Pratto diminuiu para o Galo. Ao sair vivo do Horto, no jogo de ida, o Inter já havia dado mostras de que o "campeão de tudo" está mais forte do que nunca. O sonho do tricampeonato da América continua.
Antes de encarar o Santa Fé, o Inter tem compromisso pelo Brasileiro: joga contra o Avaí, às 18h30 (de Brasília), no Beira-Rio. O Atlético-MG tentará esquecer a eliminação, buscando uma vitória sobre o Fluminense, às 16h, no Mané Garrincha, em Brasília.
O Inter estava engasgado com o gol sofrido no último lance no jogo do Independência, que decretou o empate em 2 a 2 no primeiro jogo. E deu o troco no Galo, quando o adversário era melhor no Beira-Rio. Valdívia, que havia marcado no Horto, voltou a ser pesadelo de Victor, abrindo o placar. Antes, o Atlético-MG chegou a perder uma grande chance com Patric e se mantinha no campo adversário.
Parecia sina. O Galo novamente precisava de dois gols para avançar. Assim como precisou em vários confrontos pela Libertadores de 2013, pela Copa do Brasil 2014 e até na última rodada da fase de grupos da atual competição, contra o Colo Colo, do Chile. Em todas, o time conseguiu cumprir a tarefa. Mas o gol mudou o jogo.
Pintura e pressão, sem sucesso
O Galo, que tanto fez do Horto um caldeirão, sofria do próprio veneno com o Beira-Rio inflamado. Passou a errar muito e via o Inter crescer ainda mais na partida. E o pequenino D’Alessandro foi um gigante, mais uma vez diante de Victor. Acostumado a levar a melhor sobre o goleiro do Galo, desde os tempos em que o arqueiro vestia o azul do Grêmio, o argentino foi cruel. Colocou no ângulo, sem chances. Mais um golaço no Beira-Rio. Mais um do Inter.
Ao Galo, restava muito mais do que acreditar, necessitava de dois gols, mais uma vez, para levar para uma disputa por pênaltis. E o primeiro veio com Lucas Pratto, após passe de Maicosuel. O Inter sentiu o golpe. E o Galo se tornava o gigante em campo no segundo tempo. Mas Dátolo, que havia sido o algoz do Inter ao perder o pênalti contra o Fluminense, nas oitavas da Libertadores de 2012, pagou a dívida com o Colorado. Deu de presente um recuo de cabeça para Lisandro López marcar o terceiro, na saída de Victor. Abatido, o Atlético-MG não conseguiu reagir, e o Internacional mostrou que, às vezes, não basta apenas acreditar.
Veja abaixo os gols e os melhores momentos da Vitória do Colorado.
Cruzeiro vence no tempo normal, leva a partida para as penalidades Máximas e nelas, o goleiro Fábio deu a classificação ao time celeste.
Damião comemora seu Gol na Classificação Celeste
Foi no sufoco. O primeiro brasileiro classificado para as quartas de final da Libertadores é o Cruzeiro. O time mineiro recebeu o São Paulo e venceu por 1 a 0, repetindo o placar dos paulistas há uma semana. Nos pênaltis, os mandantes levaram a melhor e venceram por 4 a 3, se classificando assim entre os oito melhores do torneio continental.
As penalidades foram emocionantes. Nos cinco primeiros chutes, o duelo terminou empatado em 3 a 3 e assim foi decidido de forma alternada, com Lucão perdendo sua finalização e Gabriel Xavier convertendo sua cobrança. O São Paulo começou vencendo com gol de Rogério Ceni, que em seguida defendeu a cobrança de Damião. Os donos da casa, contudo, viraram graças a Fábio, que defendeu as cobranças de Luís Fabiano e Lucão. Além deles, Souza também desperdiçou sua cobrança, chutando por cima do gol.
O Cruzeiro agora espera o vencedor do clássico argentino entre Boca Juniors e River Plate, que se enfrentam nesta quinta-feira, para saber quem será seu adversário nas quartas de final. Na partida de ida, o River jogou em casa e venceu por 1 a 0.
Milton Cruz mandou a campo o esquema que venceu os duelos contra Corinthians e Cruzeiro, com três volantes. Centurión e Luis Fabiano começaram a partida no banco de reservas e viram o Cruzeiro ter a melhores chances do primeiro tempo. Com exceção do primeiro lance, que Williams fez jogada individual e chutou para fora, todas as outras oportunidades vieram com Willian. O atacante era quem mais finalizava e levava perigo, mas seus chutes passavam perto ou paravam em Rogério Ceni, como em falta cobrada aos 43 minutos.
O São Paulo preferiu manter a posse de bola e assustou mesmo o goleiro Fábio aos 10 minutos, quando Michel Bastos bateu falta firme e a bola passou muito perto. O primeiro tempo terminou com protestos da torcida mineira com o juiz. Para os cruzeirenses, Reinaldo, que já tinha um cartão amarelo, merecia ser expulso após derrubar Leandro Damião perto da área.
A equipe da casa começou a segunda etapa pressionando muito e, logo a um minuto, Leandro Damião chutou de dentro da área e a bola pegou em Bruno. Aos nove minutos, contudo, Mayke recebeu belo lançamento pela direita e só rolou para Damião rolar para o fundo das redes. Cinco minutos depois do gol, Marquinhos parou em grande defesa de Rogério Ceni e quase ampliou para o Cruzeiro
Milton Cruz então mudou o time, colocando Luís Fabiano o lugar de Alexandre Pato e posteriormente Centurión no lugar de Wesley. Foi de Luis Fabiano a grande chance dos visitantes, aos 28 minutos. Bruno fez grande jogada pela direita e cruzou. O centroavante pegou de voleio e a bola passou raspando.
Aos 40 minutos, De Arrascaeta arrancou em contra-ataque, tocou para Mena, que devolveu para o camisa 10 na entrada da área. O uruguaio bateu colocado, mas a bola foi para fora, fazendo assim com que a decisão fosse para as penalidades.
PENALIDADES
Nas cobranças de pênalti, Rogério inicou a série convertendo sua batida e defendendo a cobrança de Leandro Damião. Souza e Luis Fabiano perderam para o São Paulo, colocando o Cruzeiro em vantagem. Na última penalidade, Manoel desperdiçou para o Tricolor e Centurión deixou tudo igual: 3 a 3. Nas alternadas, Fábio defendeu o chute de Lucão. Coube a Gabriel Xavier fazer último gol e encerrar os trabalhos.
Se há uma lei que não falha no mundo do futebol, é a lei do ex.
Morata não comemorou seu gol, mas pôs o seu time na final da Champions.
E nesta quarta-feira, foi dia do Real Madrid ser castigado por um ex-atleta. Os merengues até saíram na frente da Juventus, no Santiago Bernabéu lotado, com gol de Cristiano Ronaldo, mas viram o atacante Morata empatar o jogo em 1 a 1 na segunda etapa, dando números finais ao jogo.
Com isso, a "Velha Senhora" avançou para enfrentar o Barcelona na final da Uefa Champions League, graças ao placar agregado de 3 a 2 a seu favor.
Álvaro Borja Morata Martín, aquele mesmo, revelado na base blanca, autor de 45 gols pelo Real Madrid B, mais 10 pelo time principal do clube da capital espanhola.
Álvaro Morata, aquele mesmo que, sem espaço entre a constelação de craques do Real, foi vendido para a Juventus em julho do ano passado, por "apenas" 20 milhões de euros. Um valor ínfimo perto dos 100 milhões de euros que os merengues desembolsaram por Gareth Bale, por exemplo.
Nesta quarta, criador e criatura se reencontraram. Assim como na ida, Morata deixou sua marca e foi o herói da classificação italiana para a decisão.
Por respeito, nem comemorou seu gol.
Parecia até triste em ver o Santiago Bernabéu, estádio que chamava de casa, calado.
Após o apito final, porém, comemorou efusivamente ao lado dos companheiros a classificação para a final da Liga dos Campeões, algo que não acontecia para o clube de Turim desde 2003, quando os alvinegros encararam o Milan na decisão.
Já donos do título do Campeonato Italiano, os jogadores da Juventus agora apenas aguardam o dia 6 de junho, quando será disputada a final da Champions, em Berlim, contra o Barcelona.
O jogo
Empurrado pela torcida, o Real começou a partida com tudo e quase abriu o placar aos 6 minutos, quando Benzema recebeu na área, tirou a zaga rival com uma embaixadinha e bateu forte de esquerda, mas para fora. Pouco depois, Cristiano Ronaldo teve sua primeira chance em cobrança de falta, que passou com perigo sobre a meta de Buffon.
A resposta italiana só veio aos 13 minutos, quando Vidal arrematou de fora da área e viu Casillas defender no canto esquerdo. Mas o jogo era mesmo dos donos da casa, que tiveram mais uma bola oportunidade aos 19: Gareth Bale soltou um foguete de fora da área e fez o arqueiro rival trabalhar bonito para mandar para escanteio.
A pressão do Real Madrid era forte, e acabou recompensada aos 23 minutos, quando James Rodríguez recebeu na área e caiu após se enroscar com Chiellini: pênalti marcado pelo árbitro Jonas Eriksson. Na cobrança, Cristiano bateu firme, no meio do gol, e fez explodir a massa blanca no Santiago Bernabéu.
A partir daí, a "Velha Senhora" sentiu o golpe e só se defendeu até o fim da primeira etapa. Em seguidos contra-ataques, Benzema e Cristiano perderam grandes oportunidades de ampliar a vantagem, mas pararam no sempre excelente Buffon. A melhor delas foi aos 41, quando o francês recebeu na esquerda, pedalou e finalizou no canto, mas o arqueiro da seleção italiana defendeu.
O domínio dos merengues, porém, foi evidente na etapa inicial: foram 13 finalizações, contra apenas duas da Juve.
Na volta dos vestiários, quem deu o primeiro susto foram os visitantes, logo aos 5 minutos. Marchisio recebeu com liberdade na intermediária, avançou a disparou uma bomba, que passou tirando tinta da trave de Casillas.
Corajosa, a equipe italiana partiu para cima e foi recompensada com o gol que emudeceu o Bernabéu. Por ironia do destino, gol de Morata, cria da base do time espanhol. Aos 13, ele aproveitou bate-rebate, dominou no peito na grande área e, sem ser incomodado pela zaga rival, fuzilou Casillas com um chute de pé esquerdo.
Em respeito ao ex-clube, o centroavante nem comemorou o tento.
Aproveitando o abatimento do adversário, a Juventus por muito pouco não ampliou aos 24, depois que Vidal deu ótima enfiada para Marchisio. Na cara do gol, o meia da Azzurra até buscou o canto, mas viu Casillas ficar gigante na sua frente e defender.
Depois disso, o elenco comandado por Carlo Ancelotti acordou e iniciou nova pressão sobre a Juventus. Gareth Bale, cujo agente reclamou durante a semana que não estava recebendo bolas o suficiente, foi presenteado com dois passes açucarados de Cristiano Ronaldo, mas errou as duas finalizações, a primeira com o pé esquerdo, a segunda de cabeça.
Para segurar o forte ataque madrilenho, o técnico Massimiliano Allegri tirou Pirlo e colocou o zagueiro Barzagli, fechando totalmente sua equipe e deixando os jogadores da equipe anfitriã cada vez mais nervosos.
E foi assim, de chuveirinho em chuveirinho, de chute errado em chute errado, de passe torto em passe torto, que o Real Madrid viu a "Velha Senhora" segurar o empate por 1 a 1 e festejar a classificação em pleno Santiago Bernabéu, para frustração dos quase 80 mil presentes.
Veja abaixo os gols da partida que deu a Classificação a Juventus de Turim!
Corinthians nunca precisou inverter placar tão desfavorável sob o comando do treinador em mata-matas. Com a arena lotada, equipe tem de vencer por três gols
O Corinthians terá de superar, contra o Guaraní, do Paraguai, nesta quarta-feira, às 22h (horário de Brasília), em Itaquera, o maior desafio da era Tite em mata-matas para continuar na Taça Libertadores.
Sob o comando do treinador mais vencedor de sua história, o Timão nunca precisou inverter uma desvantagem tão grande em confrontos eliminatórios.
Com a derrota por 2 a 0 no Paraguai, quarta-feira passada, o Corinthians é obrigado a vencer por três gols de diferença. Se devolver os 2 a 0, leva a disputa da vaga às quartas de final para os pênaltis.
Já os paraguaios podem perder por um gol ou até por dois, desde que marquem ao menos um (3 a 1, 4 a 2, 5 a 3...). Com Tite no comando, o Timão só esteve atrás contra o Boca (1 a 0), em 2013, e diante do Luverdense (1 a 0), no mesmo ano, pela Copa do Brasil.
O clima é de final. A diretoria abriu os portões da arena para a torcida no último treino como forma de incentivar os jogadores e espera as arquibancadas com mais de 40 mil alvinegros nesta quarta. Mais do que apoio, porém, o Timão necessita voltar a jogar bem. Nas últimas sete partidas, conquistou apenas uma vitória.
O chileno Enrique Osses apita a partida. Marcelo Barraza e Christian Schiemann são os assistentes.
As Escalações:
Corinthians: Cássio, Fagner, Felipe, Gil e Fábio Santos; Ralf; Elias, Jadson, Renato Augusto e Malcom; Guerrero.
Guaraní: Aguilar; Bartomeus, Maldonado, Cáceres e Edgar Aranda; Palau, De la Cruz, Juan Aguilar, Mendoza e Benítez; Santander.
Válida pelas oitavas de final da Libertadores, partida começa às 22h no Beira-Rio com vantagem aos colorados, que podem empatar em até 1 a 1; Galo se apoia na mística
É mais do que um jogo. Mais do que uma decisão de vaga. Mais do que um duelo de oitavas de final da Libertadores. O confronto entre Inter e Atlético-MG, a partir das 22h (de Brasília) desta quarta-feira, no Beira-Rio, coloca à prova dois gigantes do futebol brasileiro e suas histórias, tabus e místicas. O Colorado é todo confiança em sua força caseira enquanto o Galo se agarra aos cânticos milagrosos do "eu acredito".
Como o jogo de ida no Independência acabou empatado em 2 a 2, o Inter se classifica até com igualdade em 1 a 1. O Galo precisa vencer ou empatar a partir do resultado de 3 a 3. Novo empate em 2 a 2 leva a decisão aos pênaltis. Ou seja, em tese, o favoritismo é vermelho. Além disso, o clube gaúcho não perde para o Atlético-MG no Beira-Rio há 29 anos e,em 2015 , desconhece derrotas em seu reduto, que pode receber público recorde. Do outro lado, os mineiros têm a esperança de repetir as viradas inesquecíveis que levaram o clube ao título da Libertadores de 2013.
Com a vantagem de "iniciar a partida classificado", Diego Aguirre dá robustez à defesa. Alan Costa e Juan formarão a dupla de zaga, com Ernando novamente improvisado na lateral esquerda. D'Alessandro, que começou no banco em Belo Horizonte, reassume a titularidade. Com o capitão, reacende a mística de supremacia sobre Victor, que já levou seis gols dele (todos enquanto defendia o Grêmio). Nilmar se recupera de lesão muscular na coxa direita e ainda é dúvida. Lisandro López deve começar o duelo.
Vai ser preciso acreditar. Com a necessidade de marcar gols, o Atlético-MG perdeu uma de suas principais armas na véspera do confronto. Um problema muscular pode tirar Marcos Rocha do jogo. Com isso, os comandados de Levir Culpi terão de se apegar ao mantra criado pelo torcedor para conseguir a vaga em Porto Alegre. Por outro lado, um reforço inesperado pode entrar em campo no Beira -Rio. Guilherme se recuperou, de forma inesperada, de um problema na coxa esquerda, participou dos últimos treinos da equipe e se colocou à disposição do treinador.
Um trio chileno comandará a partida. Julio Bacuñan será o árbitro, auxiliado por Carlos Astroza e Raul Orellana.
As Escalações:
Internacional: Alisson; William, Alan Costa, Juan e Ernando; Rodrigo Dourado, Aránguiz, Valdívia (Nicolás Freitas ou Jorge Henrique), D'Alessandro e Eduardo Sasha; Lisandro López
Atlético-MG: Victor; Patric, Leonardo Silva, Jemerson e Douglas Santos; Leandro Donizete, Rafael Carioca, Dátolo e Luan; Thiago Ribeiro (Carlos) e Lucas Pratto.
Como venceu o jogo de ida, no Morumbi, por 1 a 0, Tricolor tem a vantagem de jogar pelo empate em Minas. Raposa precisa vencer por dois gols para avançar direto
Cruzeiro e São Paulo se enfrentam nesta quarta-feira, às 19h30 (horário de Brasília), no Mineirão, em jogo que vale vaga nas quartas de final da Taça Libertadores. O Tricolor chega embalado por bons resultados na competição continental. Após vencer o Corinthians e garantir classificação às oitavas, o Tricolor venceu o jogo de ida contra os mineiros, quarta-feira passada, no Morumbi, por 1 a 0, e agora joga pelo empate (ou até por derrota por um gol, desde que marque). Já a Raposa precisa vencer por dois gols de diferença. Caso também vença por 1 a 0, o time da casa leva a decisão para os pênaltis.
Quem avançar, pega o vencedor do duelo entre River Plate e Boca Juniors. No jogo de ida, no Monumental de Nuñez, o River venceu por 1 a 0. O duelo de volta, na Bombonera, será quinta-feira, e os visitantes jogarão pelo empate.
O trio de arbitragem é uruguaio: Andres Cunha apita e será auxiliado por Miguel Nievas e Gabriel Popovirs.
As Escalações:
Cruzeiro: Fábio; Mayke, Léo (Bruno Rodrigo), Manoel e Mena; Willians, Henrique, Arrascaeta, Marquinhos (Joel) e Willian (Gabriel Xavier); Leandro Damião.
São Paulo: Rogério Ceni; Bruno, Rafael Toloi, Lucão (Dória) e Reinaldo; Denilson, Souza, Wesley, Michel Bastos e Ganso; Alexandre Pato.